InBrasCI - Verbete Wikipédia

terça-feira, 21 de julho de 2009

Concursos Literários

Clique na imagem para ler.

Membro Efetivo do InBrasCI-MG, Angela Togeiro, divulga:

1° Concurso de Poemas de Natal
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Concurso “SPORT CLUB INTERNACIONAL” de Contos, Crônicas e Poesias.
FECI - Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional
Fundada em 22 de julho de 1976. CNPJ 90.967.241/0001-05. Endereço: Avenida Padre Cacique, 891 - Bairro Menino Deus 2º andar do Gigantinho-Cep. 90.810-240. PORTO ALEGRE – RS
Fone: (51) 3230-4671 / 3230- 4600- 81533776. E-mail: feci@internacional.com.br
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h30min às 18h.
II CONCURSO “SPORT CLUB INTERNACIONAL” DE CONTOS, CRÔNICAS E POESIAS.
Promoção: FECI - Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional
Resumo Regulamentar: Encontram-se abertas as inscrições para o Concurso “SPORT CLUB INTERNACIONAL” de Contos, Crônicas e Poesias.
I. - TEMAS: ESPORTE E LIVRE.
2. Da Participação: Poderão participar poetas, escritores, cronistas de âmbito nacional e latino-americano em Língua Portuguesa. O conto, crônica ou poesia é de expressão livre.
2.1 - O trabalho deverá ser digitado em linha 12 Times New Roman, em papel ofício, num só lado, em quatro vias e identificado por pseudônimo. Enviar junto CD com o texto. E deverá ser acompanhado de um envelope lacrado contendo na parte interna, nome dos(s) conto(s), ou poesia(s), pseudônimo, nome real e endereço completo. Na parte externa constará apenas o nome das crônicas, contos e das poesias, e pseudônimo do concorrente.
2.2 - Cada participante poderá concorrer com até três trabalhos e deverão ser entregues no prazo estipulado.
3. Taxa de Inscrição: uma obra: R$15,00. Trabalhos excedentes, R$5,00. O pagamento deverá ser efetuado juntamente com a inscrição, ou recibo do depósito. A ser efetuado mediante depósito no BANRISUL, Agência 0100 conta. 0627907607. FECI - Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional
4. Das Inscrições: Os textos deverão ser enviados até 31/07/2009.
Local: FECI – Fundação de Educação e Cultura Sport Club Internacional. Avenida Padre Cacique, 891 - Bairro Menino Deus - 2º andar do Gigantinho - Cep. 90.810-240. Porto Alegre – RS.
4.1 - Dos Prêmios: 1º Lugar: Troféus; 2º e 3º Lugar: Medalhas; 4º Lugar: Menção Honrosa: Certificado de participação a todos os participantes do concurso. Os prêmios serão entregues no dia da abertura do evento. Após, um Sarau Poético e um Coquetel de encerramento.
4.1 – Data da premiação: 20/08/2009.
5. Comissão Julgadora: A mesma será formada por (3) membros qualificados, com conhecimento de Contos, Crônicas e Poesias.
6. Da Aceitação: A Inscrição implica na aceitação do presente Regulamento, conforme comunicado da Coordenação. Todos os casos omissos serão resolvidos pela coordenação através de resolução ou decisões aprovadas em ata.
Ficha de Inscrição:
Autor:__________________________________________E-mail:___________________________
Pseudônimo. ___________________________ Telefone: /Celular _____________________________
Endereço:__________________________________________________________________________
Coordenação:
Cesardo Vingnochi Marinês Bonacina Lúcio Ignácio Regner
Presidente Diretora Cultural Vice-Presidente
Divulgação e Apoio: CAPOLAT - Casa do Poeta Latino-Americano e departamento Cultural de FECI/INTER.
Revista Literária Paralelo 30: Diretor e Editor Paulo Monti.
Porto Alegre, julho de 2009.

domingo, 5 de julho de 2009

Professor Dr. J. B. Donadon-Leal recebe título de Cidadão Honorário de Mariana

J.B. Donadon-Leal recebendo Diploma das mãos de Bruno Mól
Gabriel Bicalho, Andreia Donadon, J.B. Donadon-Leal e J.S.Ferreira

Vereador Bruno Mól e J.B. Donadon-Leal


Nilson Gonçalves e Maria Aparecida F. da Silva



Professor Dr. J. B. Donadon-Leal recebe título de Cidadão Honorário de Mariana


Em Cerimônia Festiva da Câmara Municipal de Mariana, no Salão Nobre da Rodoviária, na noite de 04 de julho de 2009, o poeta aldravista J. B. Donadon-Leal recebeu o título de Cidadão Honorário de Mariana. Seu Patrono foi o vereador Bruno Mól. O cerimonial destacou a grande contribuição de J. B. Donadon-Leal para a educação e para a cultura de Mariana ao longo dos 26 anos em que o poeta tem domicílio na Primaz de Minas.
Bruno Mól entrega o Diploma de Cidadão Honorário a J. B. Donadon-Leal
J. B. Donadon-Leal recebe o abraço dos aldravistasGabriel Bicalho, Andreia Donadon Leal e J.S. Ferreira


***

J. B. DONADON-LEAL, nome literário do poeta José Benedito Donadon-Leal, nascido em São João do Caiuá, Paraná, no dia 01 de maio de 1959. Poeta, contista, fotógrafo, ensaísta, crítico literário e de artes plásticas, é produtor cultural e curador. Doutor em Semiótica pela USP, Pós-Doutor em Análise do Discurso pela UFMG, Professor de Lingüística, Semiótica e de Comunicação Social da Universidade Federal de Ouro Preto. Foi Diretor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais – UFOP no período de 1991 a 1998 e Coordenador do Curso de Letras UFOP – unidade Santa Bárbara, de 2004 a 2008. Atualmente é Presidente do Colegiado dos Cursos de Administração e Comunicação Social da UFOP. Editor do Jornal Aldrava Cultural, criador e idealizador do Movimento Aldravismo, nascido no ano de 2000, na cidade de Mariana-MG.
- Ministra palestras gratuitamente para alunos de escolas públicas de Mariana e professores desde 1985, como parte do Programa de Promoção da Leitura do seu Projeto Individual de Pesquisa em Letras.
- Faz parte do Projeto de promoção de Leitura do Jornal Aldrava Cultural desde 2002, projeto premiado pelo Ministério da Educação e Ministério da Cultura, fazendo palestras e promovendo projetos de alfabetização e letramento nas escolas públicas de Mariana e outras cidades mineiras.
- Domiciliado em Mariana desde agosto de 1984.
- Incentivador Cultural e Promotor da Cultura Marianense.
- Professor de Semiótica e Lingüística da UFOP desde agosto de 1984.
- Curador de Exposições de Artes Plásticas Aldravistas.
- Participou de evento cultural promovido pela Asociación Cultural Valentin Ruiz Aznar e Secretaria de Cultura de Maracena – na Espanha, divulgando a arte e a produção literária produzida na cidade de Mariana.
- Publicou uma série de artigos sobre a história de Mariana no Jornal Aldrava Cultural, defendendo a permanência da Data Comemorativa do Dia de Minas e de Mariana como a Primaz de Minas, quando um deputado estadual propôs que a data comemorativa de Minas fosse dividida com uma cidade do Norte de Minas.
Publicou os livros:
1-Dô – Caminho - Livro de hai-kais.em 1992,
2-Marília - sonetos desmedidos em 1996,
3-Jardim & Avenida. Livro de hai-kais em 1997,
4-Gênese da poesia e da vida, em 1997-
5-Sáfaro em 1999.
6-Aldravismo – A literatura do Sujeito em 2002.
7-Leituras, Ciência e Arte na Linguagem – 2002 - Organizador
8-Nas Sendas de Bashô - 2005: Senda V: Brejinho.
9-Reflexões - A lingüística na Sala de Aula, ano: 2007 - Organizador
10-Vereda dos Seixos - Livro que elucida através da poesia sintética dos haicais, à região de Mariana e Ouro Preto.
Participou com publicação de poemas em várias antologias e em jornais literários. Artigos e ensaios em diversas revistas acadêmicas.
Recebeu alguns prêmios literários, entre eles:
1983- 3º lugar em Concurso Nacional de Contos, Universidade Federal de Santa Catarina.
1993- 1º lugar no Concurso de poesia Linguagem Viva / União Brasileira dos Escritores
1997- Vencedor do 1º Festival Universitário de Literatura Xérox do Brasil e Revista Livro Aberto.
1998 - Livro indicado para Concurso Vestibular, UFOP – Marília Sonetos Desmedidos..
1999- Título de Cidadão Honorário de Pedras de Fogo (Paraíba) e Mérito Cultural pela Secretaria de Educação de Pedras de Fogo pelo Programa Alfabetização Solidária.
2004 - Certificado de Mérito Cultural, CLESI - Clube dos Escritores de Ipatinga.
2004 – Eleito como Membro Efetivo da Academia Marianense de Letras, Ciências e Artes.
2005 - Premiado na categoria POESIA no 40° FEMUP (Festival Nacional de Música, Poesia e Contos de Paranavaí), Fundação Cultural de Paranavaí, PR.
2007- Medalha e Certificado de Mérito Cultural do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais – Rio de Janeiro
2008- Medalha de Mérito Cultural Artur da Távola - Personalidade Nacional Masculina de 2008, pela Confederação das Academias de Letras e Artes do Brasil – Rio de Janeiro.
2008- Certificado de Amigos da Paz, das Artes, da Poesia e da Vida concedido pela ONG ALÔ VIDA, pela REDE CATITU CULTURAL e pela EMBAIXADORA DA PAZ, pelo Cercle Univ. de les Embassadeurs de la Paix (de Genebra, na Suíça), pelos trabalhos culturais e educacionais realizados no estado de Minas Gerais e outros estados; e ao projeto educativo Da Arte Poética a Alfabetização “Haicais”.
2009- Eleito como Membro Nacional da Academia de Letras do Brasil.
2009- Indicado para Presidente Executivo da Academia de Letras do Brasil em Mariana – Minas Gerais.
2009- Eleito como Membro Honorário da Academia Maceioense de Letras.
2009- Membro Efetivo da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais.

MARIA ALICE DE OLIVEIRA PENNA DE AZEVEDO - Neta do Presidente Affonso Penna

- Câmara Municipal de Belo Horizonte -
Maria Alice de O.P. Azevedo

MARIA ALICE DE OLIVEIRA PENNA DE AZEVEDO - Neta do Presidente Affonso Penna



Nasceu em Santos / SP em 1920. É filha de Alice Bernardes de Oliveira Penna e Salvador Moreira Penna. Este é o 5º filho do casal Affonso Augusto Moreira Penna – Maria Guilhermina de Oliveira Penna.
Casou-se com o médico e cientista Murillo Pacca de Azevedo. Tiveram 5 filhos.
Maria Alice é poetisa e escritora de livros para o público infanto-juvenil.
Integra um grupo de coral na cidade de São Paulo, onde reside.

Ilustríssimas Autoridades,


Ver ligado o nome de Affonso Penna a um importante prêmio deste município é para mim extremamente jubiloso. Ver reconhecido e homenageado um grande patriota, um grande pilar de sustentação na difícil transição do Império para a República nascente traz-me muita alegria, não somente por ser eu neta do homenageado, mas principalmente porque vejo nisso uma feliz constatação de que os velhos e austeros valores do passado ainda não foram esquecidos.
Conselheiro do Império desde muito jovem e monarquista por convicção, no entanto Affonso Penna, após a inevitável mudança de regime, deu sempre o melhor de si no esforço contínuo da construção de um Brasil republicano, ocupando sempre os mais altos cargos da nação: presidente do Banco de Brasil, senador, presidente de seu Estado de Minas, ministro de quase todas as pastas, vice-presidente, e finalmente, sexto presidente da República brasileira.
Na linguagem moderna, poderíamos dizer que ele foi um “ workaholic”, apaixonado por seu trabalho incessante e meticuloso. Não me foi dado conhecê-lo, é claro, mas todos os depoimentos de quantos com ele trabalharam ou com ele conviveram, traçam claramente sua figura ímpar de homem público e chefe amoroso de uma grande família: íntegro, capaz, e generoso, porém exigente e severo.
Entre suas muitas realizações quando presidente de Minas, gostaria de salientar duas que me parecem muito importantes: a fundação da Faculdade de Direito em Ouro Preto, que era então a capital do Estado, faculdade esta onde regeu a cadeira de Direito Civil durante 2 anos sem um só dia de falta, e o projeto de mudança dessa capital, Ouro Preto, para Belo Horizonte, fazendo sair do papel um antigo projeto.
Mas gostaria sobretudo de relembrar aqui uma passagem que me foi revelada por sua filha, minha tia Gita, que se tornou freira da Ordem do Bom Pastor. Contava ela, que pouco antes da morte, seu pai presidente teria dito à esposa Maria Guilhermina: “ Mariquinhas, sinto-me culpado e peço desculpas a minha família, pois de tanto me preocupar com as finanças do Brasil, descuidei-me das minhas próprias. Quero ver se em breve posso voltar à minha banca de advogado, a ver se as refaço!”
Precisa dizer mais alguma coisa???!!.

Assim era o homem que foi escolhido com justiça para emprestar seu nome a este importante prêmio da cidade que ele ajudou a nascer. Que esse prêmio possa homenagear muitos e muitos de seus conterrâneos de igual mérito e gabarito, e que seu nobre espírito paire sempre sobre essas Alterosas como belo exemplo de caráter, trabalho, dedicação e valor!


Maria Alice Penna de Azevedo
*Divulgação: Bisneto do Presidente Affonso Penna - Dr. Affonso Augusto Moreira Penna

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Rotary Clube de Mariana outorga Diploma de Destaque 2009.

Presidente do Rotary Clube entrega Diploma Destaque 2009 a Deia Leal
Membro do Rotary Clube e Deia Leal

Deia Leal cumprimenta Presidentes do Rotary


J.S.Ferreira, Gabriel Bicalho, Wilson Miranda (Presidente da AMI) Andreia Leal e Donadon


Rotary Clube de Mariana outorga Diploma de Destaque 2009.


No dia 02 de julho de 2009, no salão do Hotel Müller, o Rotary Clube de Mariana, entregou o Diploma de Destaque 2009, a artista visual, Andreia Aparecida Silva Donadon Leal (Deia Leal), por representar a cidade de Mariana e o Estado de Minas Gerais em circuitos de artes plásticas em 12 países, pelo 1° lugar no Concurso Internacional de Artes Visuais na Espanha em 2008 e por elevar e divulgar o nome da cidade no país e no exterior. A artista agradeceu emocionada o reconhecimento da importante e respeitável organização não governamental, que congrega líderes das comunidades em que vivem ou atuam, fomentando um elevado padrão de ética, auxiliando a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo. Esse também foi o primeiro reconhecimento da cidade de Mariana pela sua relevante atuação no campo cultural brasileiro e internacional.

Fundado por Paul Harris, em Chicago USA) em 23/02/1905, tem hoje representação em 207 países, estando o Rotary dividido em 532 Distritos, nos quais se aglutinam a apreciável marca de 33.054 Clubes, congregando 1.228.910 sócios. A vertiginosa expansão da filosofia rotária, entusiasmando esta imensa legião de voluntários pelo mundo, todos eles irmanados no ideal de servir, é a maior prova do acerto de Paul Harris ao fundar esta maravilhosa organização.
O Rotary é formado por pessoas de ambos os sexos, que são profissionais de todas as atividades dignas, de vida particular respeitável, que são líderes em sua atividade e se destacaram de alguma forma, tendo por isso mesmo sido lembrados por sócios de um clube da região, que os convidam para também ingressar em Rotary, por reconhecer neles, as qualidades e os méritos para fazer parte desta formidável alavanca de trabalho em favor do próximo, dos menos favorecidos, sempre tendo em mente algumas premissas, tais como:
"DAR DE SÍ ANTES DE PENSAR EM SÍ"

domingo, 21 de junho de 2009

Sempre um papo apresenta: WILMAR SILVA

página 01 - ediçãon° 73 do Jornal Aldrava Cultural
Poema de Wilmar Silva

Convite

SEMPRE UM PAPO (ANO 23) APRESENTA :


WILMAR SILVA

(poeta e ativista cultural)


No debate e lançamento do livro:


ESTILHAÇOS NO LAGO DE PÚRPURA

Local: Palácio das Artes

Dia: 29 de junho de 2009 - segunda-feira

Horário: 19:30




Nasceu em Rio Paranaíba (MG), em 30 de abril de 1965. Encontra-se em Belo Horizonte desde 1986. Poeta, ator, dramaturgo, performer. Curador do projeto Terças Poéticas, que já entrevistou diversos poemas. As entrevistas estão publicadas na revista Germina.

Andou pelo Triângulo Mineiro, onde fez artes cênicas, criando e produzindo espetáculos em coletivo, encenou O Auto da Compadecida e quase toda Maria Clara Machado, além de Plínio Marcos e textos de primeira água do próprio autor, que estreou com Lágrimas & Orgasmos, 1986, lançado na Biblioteca Pública Luiz de Bessa, BH, MG. Poemas publicados em revistas e suplementos no Brasil e no exterior, Portugal, Itália, França, com traduções ao espanhol, italiano e francês. Encenou performances com pesquisa de linguagem física sonora: Pardal de Rapina, Desmarcado, Afrorimbaudelia, Solo a Solo, Subida ao Paraíso, Ais etc. Criou em 2002 em Belo Horizonte a Anome Livros, destinada a publicações de todos os gêneros e exercícios com a palavra e o papel. Poemas musicados, interpretados e gravados por Jorge Dissonância, Reynaldo Bessa, Anand Rao etc. Curador do projeto de poesia Terças Poéticas, da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, parceria Suplemento Literário e Fundação Clóvis Salgado, nascido a 05 de julho de 2005 nos jardins internos do Palácio das Artes. Organizou o catálogo/antologia Terças Poéticas: jardins internos, lançado em 12 de dezembro de 2006, em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.

Bibliografia: Moinho de Flechas, 1994, prêmio Jorge de Lima de poesia da União Brasileira de Escritores , RJ; Solo de Colibri, 1997, prêmio Blocos de Poesia, RJ; Arranjos de Pássaros e Flores, 2002, finalista Concurso Nacional Cidade de Belo Horizonte; Cachaprego, 2004, prêmio Sociedade de Cultura Latina do Brasil; o último, Estilhaços no Lago de Púrpura, 2006, 2a edição em 2007; além do estranho (na denominação do autor) Anu, 2001, que tem poemas no Museu da Língua Portuguesa, SP. Participou das seguintes antologias: Antologia da Nova Poesia Brasileira, org. Olga Savary; A Poesia Mineira no Século XX, org. Assis Brasil; Fenda - 16 Poetas Vivos, org. Anelito de Oliveira; Pelada Poética, org. Mário Alex Rosa, etc. Organizou a antologia O Achamento de Portuga", Anome Livros, 2005.

Os desdobramentos neo-barrocos de Wilmar Silva expõem descrições fraturadas oriundas de muitas tradições, desde cânones que inclusive evocam para si cantares medievais, a rupturas imprescindíveis com as vanguardas históricas, em função da sobrevivência da própria poesia. Márcio Almeida

Página organizada por Salomão Sousa para o Portal de Poesia Ibero-americana.



TURVAÇÃO

o homem sórdido não é feito
de palha e milho — colchões de catre sim
são de palha capim e paina
madeira desenhada a nós

mas o homem sórdido é sorumbático
até o fundo vertiginoso da alma
não toma banho
apenas as mãos os olhos os pés
lava antes do sono

o homem sórdido espantou avoantes
dormiu no pomar e ficou silvestre
e não coloriu as íris de arco-
íris




Participe! Divulgue!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

PALAVRAS DO do bisneto do Presidente "Affonso Penna" - Affonso Augusto Moreira Penna




PALAVRAS DO do bisneto do Presidente "Affonso Penna" - Affonso Augusto Moreira Penna



14/06/2009 – Centenário de falecimento do Presidente do Brasil AFFONSO PENNA – Pronunciamento do seu bisneto Affonso Augusto Moreira Penna, à beira do mausoléu que guarda seus restos mortais, no pátio interno do Memorial Affonso Penna – Santa Bárbara / MG

Permitam-me os caros parentes e amigos aqui presentes que me dirija ao Presidente Affonso Penna, à beira do seu mausoléu. Faço-o desta forma pois ele e suas lições de vida estão vivos em minha mente.

Meu querido bisavô,
Quanta responsabilidade em lhe falar em nome da família ! Faço minhas as palavras de meu avô – Affonso Penna Junior – ao se referir ao senhor, em discurso de paraninfo da turma de 1920 da Faculdade de Direito em Belo Horizonte (hoje UFMG):
“Daquele a quem a bondade de seus pares tem conferido as honras de fundador desta Casa, daquele cujo nome sem mancha eu tenho a difícil honra de trazer sem deslustre...”.

Meu caro bisavô,
O senhor pronunciou, antes de cerrar os olhos, ao ouvido do ilustre médico Dr. Miguel Couto: DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA E LIBERDADE.
Suas palavras representam uma admirável síntese da sua vida. Cito apenas algumas, dentre múltiplas demonstrações dos seus magnos princípios.

Em primeiro lugar o senhor falou em DEUS. Além da formação religiosa, propiciada em casa pelo exemplo de seus pais, o senhor cursou o ensino fundamental no admirável Colégio do Santuário do Caraça, sob as graças da N.Sra. Mãe dos Homens.
Em 1894 o senhor, na qualidade de Presidente (hoje Governador) do estado de Minas Gerais, disse em sua última mensagem ao Congresso mineiro: “Quando em outros estados da República as paixões políticas, ladeadas de ambições desmarcadas, agitam a sua vida pública, fazendo explosões violentas que se traduzem na luta armada, Minas entrega-se ao trabalho, à exploração regular dos elementos naturais de riqueza de que é dotado, gozando de paz e tranqüilidade, pelo que devemos render graças ao Todo Poderoso. Sim, é no sentimento religioso do povo mineiro, nas suas tradições democráticas, nos seus hábitos inveterados de ordem, de amor à liberdade e de respeito à lei que encontramos a explicação da sua felicidade, no meio das agitações que têm conturbado a vida pública em grande número de estados da República.”

Em 1895, após declinar, por motivos familiares, de convites para vários cargos no governo do Presidente Prudente de Morais, o senhor escreveu para David Campista: “ O Dr. Prudente voltou à carga convidando-me para presidente do Banco da República (atual Banco do Brasil). Pedi-lhe que me escusasse e que eu não recusava peremptoriamente por me sentir vexado de não poder até agora atendê-lo em seus honrosos convites. Já se exploravam minhas recusas em detrimento do governo e até atribuiu-se-me o propósito de reservar-me para mais altos destinos! Como se eu fosse ambicioso e de mais a mais inepto, mostrando desconhecer as terríveis dificuldades que assoberbam o lugar de Presidente da República. Entendi, pois, dar público testemunho de apoio ao governo e vou entrar para uma casa de marimbondos. É o menos que espero lá encontrar; mas Deus há de permitir que eu cumpra meus deveres com a honestidade de costume. Nestes 15 dias irei para o Rio...
O senhor, mesmo no exercício da Suprema Magistratura da Nação, ia todas as quintas-feiras à casa dos padres lazaristas, seus antigos mestres no Caraça, em Botafogo / Rio de Janeiro, para confessar-se. Nunca faltava às missas dos domingos. Como disse o Professor e Acadêmico Américo Jacobina Lacombe: “Foi o primeiro presidente que praticou publicamente sua fé.”

A seguir o senhor falou na PÁTRIA.
No sentido mais amplo de pátria, ela engloba a nação, seu estado e cidade natal. E o senhor sempre demonstrou seu nobre sentimento de patriota, mineiro e santa-barbarense.

No mesmo dia em que o senhor foi empossado pelo Congresso Nacional, presidido pelo ínclito Ruy Barbosa, ou seja, em 15 de novembro de 1906, escreveu de próprio punho um telegrama para a Câmara Municipal de Santa Bárbara, dizendo: Ao assumir a Suprema Magistratura da República sinto necessidade de enviar ao modesto, laborioso e honrado povo do Município de Santa Bárbara, que me prestou sempre carinhoso e dedicado apoio na vida pública, afetuosas saudações, relembrando com saudade os dias felizes que passei na boa terra de meu berço.”
Quando o senhor precisou fazer um tratamento com as águas medicinais das fontes mineiras, escreveu, em Lambari, uma carta familiar dizendo: “Em uma laranjeira cantava suave e saudoso o sabiá. Parei para ouvi-lo e meu pensamento voou para minha casa em Santa Bárbara, onde sob o ar balsâmico da flor da laranjeira ouvi tantas vezes, junto dos meus, o canto triste do rouxinol brasileiro. Que saudades tenho desses belos tempos ! Não conhece a felicidade quem não bebeu o ar dos campos e só tem vivido a vida agitada e tumultuosa das grandes cidades. Nesses centros falta-me o ar, sinto-me asfixiado.”


Meu caro bisavô,

Após ler suas palavras pedi à Prefeitura de Santa Bárbara, e esta prontamente aquiesceu, para plantar uma laranjeira em local próximo de seu mausoléu. Estou certo de que os sabiás virão homenagear seu mestre passarinheiro !

Em 5 de julho de1890 o senhor, antigo Ministro e Conselheiro do Império, ao ser comunicado de que faria parte da chapa para Senadores da Constituinte mineira, assim se expressou: “Desde que ninguém cogita, nem pode razoavelmente cogitar de restauração monárquica, o que cumpre é organizar uma lista de nomes dignos de representarem o nosso Estado, o mais importante da União, com brilho e proveito para a causa pública, sem atender a procedências partidárias.”


E o senhor foi o relator e líder da Constituição mineira. Naquela oportunidade o senhor disse: “Pessoalmente eu desejaria ver acabado o meu mandato no dia em que fosse promulgada a Constituição. Saindo do Senado, entraria em minha casa onde iria cumprir outros deveres. Mas acima desta aspiração de descanso, eu coloco os interesses do grande estado de Minas Gerais.”
Em 30 de maio de 1892 o senhor foi eleito, praticamente por unanimidade, e empossado em 14 de julho do mesmo ano, no cargo de presidente do estado de Minas Gerais, sucedendo a Cesário Alvim. Era então presidente da República o Marechal Floriano Peixoto. Este estava rodeado de jacobinos que não aceitavam o fato do estado de Minas ser presidido por um político eleito. Queriam, a exemplo de outras unidades da Federação, que fosse nomeado um delegado do Governo central. O senhor, com a tradicional habilidade mineira, evitou o golpe contra a democracia. O Coronel Teles, comandante do Batalhão 31 em Minas, que conspirava contra seu governo, foi removido para Bagé. Em fevereiro de 1893 estourou a rebelião dos federalistas do Rio Grande do Sul, que agindo contra o governo federal, queriam penetrar em Santa Catarina e no Paraná, atingindo São Paulo. Em abril do mesmo ano o senhor, em defesa da Pátria, manifestou a posição mineira antagônica aos movimentos contra a estrutura da ordem. Em setembro rompeu a Revolta da Armada com posição monarquista. O governo central decretou o estado de sítio. O senhor evitou que Minas Gerais fosse atingida. O estado acolheu os perseguidos políticos. O senhor, em nome da ordem, se colocou ao lado do Marechal Floriano Peixoto. Criticou o militarismo pretendido por maus componentes do Exército ou da Armada que se julgavam árbitros da Nação. Em magistral manifesto aos seus coestaduanos o senhor disse: Sabem todos que não aplaudi, e, antes, lamentei a revolução de 1889, que destruiu a Monarquia, então representada pelo grande patriota D.Pedro II, homem de grande saber e serviços. Previ as agitações que seguir-se-iam a esse fato e nada do que contemplo, com profundo pesar, em nosso país, surpreende-me. Compreendi, porém, desde logo, que a Monarquia não poderia mais ser restaurada em condições de dar-nos paz, ordem e encaminhar o país a seu engrandecimento. Estava quebrado de vez o seu prestígio e os elementos novos que vieram tomar o seu lugar jamais se deixarão eliminar em país americano no fim do século XIX. Em tais condições, a restauração teria como consequência fatal o esfacelamento da grande Pátria brasileira, desastre que todo patriota deve evitar com o maior esforço....”
Em uma de suas cartas ao Marechal Floriano Peixoto, durante a tormenta, o senhor escreveu: “...Não serei eu, por certo, quem concorra para a prática de atos que possam produzir abalo fundo em nossa Pátria...”
Em decorrência de seus atos patrióticos o Marechal Floriano Peixoto lhe concedeu o título honorífico de General de Brigada. Sua bela farda branca, com as ombreiras originais e sua espada, foram doadas em 1928 por seu filho Affonso Penna Junior ao acervo do Museu Mariano Procópio, localizado em Juiz de Fora. Tive a honra de vê-las em visita recente que fiz.
Ao passar o governo de Minas Gerais ao seu sucessor – Dr. Bias Fortes – o senhor entregou-lhe um documento em que disse: “... Desejo-lhe todas as felicidades e que, ainda uma vez, preste ao nosso Estado os serviços do seu patriotismo, ilustrando cada vez mais seu honrado nome. Da minha parte tenho a consciência de haver empregado os esforços de que sou capaz, para zelar e defender os interesses de Minas durante os dois anos de governo atribulado e afanoso, que me couberam....”


Nas suas palavras finais o senhor, em seguida, falou FAMÍLIA. Ao longo de sua vida o senhor praticou as diversas facetas do amor familiar, característica marcante do povo mineiro: o amor aos pais, o amor à esposa e o amor aos filhos. No caderno de anotações iniciado por seu pai – Domingos José Teixeira Penna – em que ele mencionava os eventos familiares (casamentos, nascimentos, batizados, falecimentos), o senhor registrou de próprio punho: “Às duas horas da madrugada do dia 30 de junho de 1859 (comentar: Affonso Penna tinha apenas 11 anos e meio) , faleceu meu pai, deixando ainda menores todos os filhos do 2º matrimônio. Minha mãe tratou de educá-los, e mostrou um criterioso tino e coragem pouco vulgares no seu seio. Só eu segui a carreira literária, e já me havia destinado na Faculdade de São Paulo quando faleceu minha mãe. Este triste acontecimento teve lugar às 10 horas e um quarto da noite de 7 de julho de 1872 na cidade de Mariana. Minha mãe foi sepultada na Igreja de São Francisco em meio das sepulturas da Capela mor no lado direito. Foi uma perda que profundamente impressionou-me.”
Após sua eleição e antes de ser empossado na presidência da República o senhor fez longa viagem pelo país, para conhecer e discutir soluções dos problemas nas diversas regiões do país. De 16 de maio a 27 de agosto de 1906 o senhor percorreu 16.112 km por mar, rios e lagoas; 5.347 km em estradas de ferro, num total de 21.459 km. No mesmo dia da sua partida do porto do Rio de Janeiro, o senhor escrevia para sua esposa: “Querida Mariquinhas...Na imensidade dos mares meu coração, o meu pensamento estarão sempre junto da adorada companheira, da dedicada amiga e virtuosa esposa que tem feito a felicidade da minha vida. A tua inesgotável bondade me perdoará fazer-te sofrer, ausentando-me por tanto tempo ...Vou tranquilo pois sei que tuas orações e dos amados filhos me acompanharão por toda parte....Confio que o Cuquinho e as duas colegiais terão mitigado, com suas atenções e meiguices, a falta que sentes do Negrão e que os netinhos a ajudem nesse mister. O Tavo sempre bonzinho e amoroso vem ver-me todos os dias, no que é imitado pelo Dão. O Álvaro vai bem e muito me tem ajudado em responder cartas, telegramas, receber visitas etc. Deves ter tido notícias minhas telegráficas todos os dias, por intermédio do Edmundo. Ceição passa bem ? Abençôo os filhos e netos e envio-te um apertado e saudoso abraço. Teu, sempre teu, Negrão.”
Em outra carta, quando percorria o Amazonas, a bordo do vapor “Maranhão”, o senhor escreveu: “...Só, no meu gabinete, o espírito atravessa os mares e vai para Belo Horizonte ou Santa Bárbara, à procura dos entes queridos que lá estão. Os olhos enchem-se de lágrimas e os lábios murmuram uma prece para que DEUS proteja a minha querida gente, Que saudades !

Durante todo o tempo de sua longa viagem o senhor escreveu constantemente para sua querida esposa Mariquinhas. Nas cartas e telegramas sempre expressou seu acendrado amor por ela e por seus filhos.

Exercendo o cargo de Presidente da República o senhor continuou a manter frequente correspondência com seus manos e demais parentes que residiam em Santa Bárbara e cercanias.


Meu caro bisavô,
Sua palavra derradeira, em seu leito de morte, foi LIBERDADE.
Como nos contou a escritora Joana D´Arc Torres de Assis em seu artigo – “Quando alguém se torna grande” – “D. Regina, sobrinha neta de Affonso Penna, nascida no final do século XIX em São Gonçalo do Rio Abaixo (área que pertencia a Santa Bárbara), e lá criada, contava o caso, e era desses que sempre circulam em família. É o seguinte: - quando Affonso Penna chegou à pré-adolescência, seu pai, Domingos José Teixeira Penna, comerciante e também dono de mineração de ouro em Santa Bárbara, chamou o filho para aprender o ofício de minerar. Levou-o para a beirada do rio, onde os escravos bateavam, e foi lhe passando as primeiras lições. Depois, disse ao filho que ia resolver um negócio numa fazenda lá perto e que ele fiscalizasse o serviço até seu retorno. O menino passou a observar com maior atenção os escravos, que bateavam no rio com água até a canela. Entre eles, notou uma mulher que inclinava o corpo com grande dificuldade para tirar o cascalho do leito do rio. Ela era nova; tanta dificuldade era por quê? Olhou mais e entendeu: a escrava estava em adiantado estado de gestação. Imediatamente, chamou-a e mandou que fosse para casa e ficasse sem batear enquanto durasse o período de sua gravidez. O feitor, claro, discordou. A ordem do pirralho era um disparate. Todas as escravas sempre trabalharam estando grávidas. Obrigação de escravo nunca fazer corpo mole. E, contrariando o filho do patrão, ordenou que a gestante voltasse à bateia. Affonso Penna não se deu por vencido. Engrossando a voz, exigiu ser obedecido. Afinal, seu pai lhe dera poder para aquilo quando o deixou em seu lugar. Foi tão firme que o feitor se curvou. Ao regressar, Domingos Penna não apenas acatou a decisão do filho, mas estendeu tal direito a todas as escravas de sua propriedade que estivessem naquela mesma condição.”

Ainda no tempo do Império, no Rio Grande do Sul, um jornal publicou a notícia – “reuniram-se oficiais e alunos da Escola Militar e foram a palácio pedir a demissão de um professor da Escola Normal, que era redator de uma gazeta alemã.” O presidente do estado, que era o Marechal Deodoro da Fonseca, demitiu o professor. Em 30 de setembro de 1886, como deputado do Partido Liberal, o senhor falou na Câmara: “Isto é muito grave, Sr. Presidente. Se a força armada, se a oficialidade do exército e os soldados, sentindo-se ofendidos por uma publicação na imprensa, reúnem-se e vão perante o comandante das armas, presidente da província, exigir reparação, exigir a demissão de um empregado público, qual é a garantia que nos resta?”
Em 1887, no Parlamento Imperial, o senhor apresentou e defendeu acirradamente um projeto extinguindo os castigos corporais na Armada, tal como já ocorrera no Exército em 1874 e para os escravos em 1886. Na defesa de seu projeto o senhor disse “ser um absurdo que tais castigos permaneçam para os que vestem a farda para defender a honra nacional.”
Lamentavelmente seu projeto, ainda na fase imperial, somente foi obedecido mais de vinte anos mais tarde, após a famosa “Revolta da Chibata”.


Meu caro bisavô,
Após sua morte os mais ilustres brasileiros lhe prestaram homenagens. Dentre as múltiplas delas, uma das mais expressivas é a que o grande homem público, o baiano Ruy Barbosa, pronunciou em 15 de junho de 1909, em sessão solene do Senado Federal, referindo-se ao senhor: “...Se o serviço público tem os seus mártires, nunca dessa experiência assistimos o mais singular exemplo.”

Meu querido bisavô,
Termino usando as mesmas belas palavras que o senhor utilizava no final das cartas aos seus diletos colegas de turma da Faculdade de Direito, no Largo de São Francisco – São Paulo:

“EX – CORDE”, ou seja “DE CORAÇÃO”, seu admirador e bisneto Affonso Augusto.

VIVA AFFONSO PENNA ! VIVA SANTA BÁRBARA ! VIVA MINAS GERAIS ! VIVA O BRASIL !

terça-feira, 16 de junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Santa Bárbara demonstra competência na restauração do Memorial Affonso Penna

Mausoléu Affonso Penna
Andréia Donadon Leal, Neta do Affonso Penna e Bisneto Affonso Penna

Grupo Cantares

Cerimonial - Bisneto de Affonso Penna - recebe Medalha do Mérito "Affonso Penna"



Morador Santabarbarense conta história de Santa Bárbara



Teto restaurado do Memorial Affonso Penna



Vista parcial do Memorial


Vista parcial do Memorial- Mausoléu


Vista parcial do Memorial



Interior do Memorial Affonso Penna


Santa Bárbara demonstra competência na restauração do Memorial Affonso Penna

No último dia 13 de junho, foi inaugurado o Memorial Affonso Penna, que irá funcionar na Casa Grande, localizada no centro histórico, onde nasceu e viveu o primeiro mineiro a assumir a presidência do Brasil eleito por voto direto.
Para festejar a inauguração, foi entregue a Medalha do Mérito Affonso Penna, para as pessoas que contribuíram com o desenvolvimento do município. Após a entrega, foi realizada uma apresentação do instrumentalista Marcus Viana. A solenidade recebeu a presença de diversas autoridades do país, além de representantes da família Penna. O Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais de MG participou da inauguração do MEMORIAL AFFONSO PENNA NA TRICENTENÁRIA SANTA BÁRBARA.
No dia 14 de junho, aconteceu a tradicional alvorada, com repique dos sinos, e uma edição do Anda Brasil, projeto da Federação Internacional de Esportes Populares, que contou com a participação de 39 países, integrando 16 milhões de caminhantes em todo o mundo. A largada aconteceu às 8h, na Praça Cleves de Faria, no Centro Histórico. Na ocasião, os participantes passaram em frente ao Memorial Affonso Penna. Às 9h foi realizada uma missa de ação de graças pela passagem do centenário de falecimento de Affonso Penna, na Matriz de Santo Antônio e, às 10h, uma cerimônia de homenagem no Mausoléu do presidente.


Breve biografia de Presidente Affonso Penna:

Nascimento: 30/11/1847 em Santa Bárbara do Mato Dentro (hoje apenas Santa Bárbara) / MG.
Cursou o ensino fundamental, como interno, no famoso Colégio do Caraça (próximo de Santa Bárbara), fundado no Império por padres lazaristas.
Curso universitário: Faculdade de Direito da USP / Largo de São Francisco - São Paulo. Diplomou-se na turma de 1870, tendo como colegas, entre outros: Ruy Barbosa, Rodrigues Alves, Joaquim Nabuco, Bias Fortes. Castro Alves não concluiu o curso. Affonso Penna foi o único da turma a defender tese - "Letra de Câmbio" – recebendo o grau de doutorado em 1871. Ainda como estudante, redigiu vários artigos sobre matérias jurídicas na revista "Imprensa Acadêmica".
Foi um dos fundadores, em 1892, da Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais em Ouro Preto, onde foi Diretor e professor catedrático de Economia Política e Ciência das Finanças. Entre outros, exerceu os cargos de: Conselheiro e Ministro de três pastas do Império (Agricultura e Viação, Guerra e Justiça), Deputado Estadual de Minas Gerais, Deputado Geral pelo Partido Liberal, Senador, Presidente do Banco da República (atual Banco do Brasil), Presidente do Estado de Minas Gerais, Presidente do Conselho Deliberativo de Belo Horizonte (cargo correspondente ao de Prefeito).Vice-Presidente e Presidente da República.
Em seu leito de morte, no Palácio do Catete, Affonso Penna murmurou ao ouvido do ilustre médico Dr.Miguel Couto, a síntese dos valores maiores da sua vida;
“DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA E LIBERDADE”.
Falecimento: 14/06/1909 no Palácio do Catete / Rio de Janeiro / RJ, hoje sede do Museu da República.
Ruy Barbosa, em discurso no Senado Federal, reunido em sessão solene, assim se referiu ao Presidente Affonso Penna:
“Se o serviço público tem os seus mártires, nunca dessa experiência assistimos o mais singular exemplo.”

terça-feira, 9 de junho de 2009

Medalha Comemorativa dos 200 anos da PMERJ

Andréia Donadon e Elvandro Burity (membro de diversas academias e instituições)

Agraciadas

Andréia Donadon e a Tenente Coronel da PMRJ Cátia Boaventura


Agraciados com a Medalha Major Portugal


Elvandro Burity e Andréia Leal


Dra. Maria Amélia - Secretária-Geral da Academia Luso-Brasileira de Letras


Autoridades: Elvandro Burity, Tenente Coronel Cátia Boaventura, Dr. Eduardo Gomes de Souza, Eliane Mariath Dantas e Dr. J.B. Donadon-Leal


Público



Vanda, Vanise e Andréia



Medalha Comemorativa dos 200 anos da PMERJ

A Loja Maçônica Grande Oriente do Brasil no Rio de Janeiro e a Polícia Militar do RJ, outorgaram no último dia 08 de junho de 2009, na sede da Confederação das Academias de Letras e Artes do Brasil, às 16 horas, a Medalha Major Portugal, comemorativa dos 200 anos de Fundação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A Cerimônia foi presidida pelo Grão Mestre Dr. Eduardo Gomes de Souza. Entre as personalidades premiadas está a artista visual mineira aldravista, Andreia Donadon Leal, por ter honrado o nome do Brasil ao levar a arte brasileira em exposições internacionais de artes plásticas e ao vencer um concurso internacional de artes visuais no ano de 2008 na Europa; Dra. Marilza de Castro (Presidente do InBrasCI e de diversas entidades literárias e culturais) pelo trabalho em prol da Cultura da Paz; Dra. Maria Amélia Palladino (Secretária-Geral da Academia Luso-Brasileira de Letras), Yara Vargas (Presidente da Academia Guanabarina de Letras) e outras personalidades culturais

A Medalha foi concedida ao Museu do GOB, ao Museu do GOB-RJ, ao Museu da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Maçons, Policiais Militares e Personalidades Civis e Militares que se destacaram na vida maçônica, policial ou civil, por relevantes serviços prestados a Polícia Militar, a Sociedade ou na Construção da Cultura da Paz.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dr. Mário Carabajal


Dr. Mário Carabajal outorgando o título de Doutora Honoris Causa a Andreia Donadon Leal, Clevane Pessoa, Dra. Marilza de Castro e Sílvia de Araújo Motta.

Doutoras Honoris Causa

Andréia e Sílvia Motta
Marilza e Andréia Donadon

Clevane Pessoa e Andréia Donadon




MULHERS DE MINAS E DO RIO DE JANEIRO RECEBEM O TÍTULO: DOUTORAS HONORIS CAUSA

CLEVANE PESSOA DE ARAÚJO LOPES (Belo Horizonte), MARILZA DE CASTRO (Rio de Janeiro) ANDRÉIA DONADON LEAL (Mariana), SÍLVIA MOTTA (Belo Horizonte) RECEBERAM O MAIS ALTO TÍTULO E HONRARIA DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL NO ÚLTIMO DIA 30 DE MAIO DE 2009.

Após indicação do Conselho Superior Internacional da Academia de Letras do Brasil, representado pelo Dr. Mário Carabajal e Dra. Manuela Cacilda, a Presidente Fundadora da Academia de Letras do Brasil - em Mariana-MG, Andréia Donadon Leal, recebeu o comunicado oficial da instituição que seria condecorada com um dos mais altos títulos: Doutora Honoris Causa - Philósofa Imortal, em reconhecimento a sua produção Univérsica/Filósofo/Literária/Artística e repercussões internacionais. A mesma indicou duas pessoas de outras cidades para receberem o galardão: a poeta e ativista cultural de Belo Horizonte: Clevane Pessoa e a Presidente do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais - Dra. Marilza de Castro - Rio de Janeiro, em reconhecimento a divulgação, promoção e produção literária/artística e humanismo no país e exterior. A Presidenta do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa, Sílvia de Araújo Motta, também recebeu o título por ser Membro Nacional da Academia de Letras do Brasil em Minas Gerais desde 2005.

Ph.I – Philosofia Imortal - criado e instituído internamente, com orientação, defesa e abrangência a toda organização da Academia de Letras do Brasil; - objetiva “privilegiar” com o mais alto título e honraria interna, Philósofo Imortal, os Membros que sistemicamente, fundamentados e embasados em princípios de pesquisas, após curso interno, defendam Teses, junto a Direção Científica Nacional ou Comissão Mista, com Membros Internos e ou Externos, a critério da Direção Científica Nacional. Como base, ao convite de Membros à constituirem estas Comissões, a linha de pesquisa do Postulante, sem perda da “Visão Philosófica de Causas Humanas Imortais; centro este, dos objetivos do Postulante e finalidade psicomaturacional científica da Organização aos detentores deste título. Após o curso em Fhilosofia Imortal, a critério da Direção Científica Nacional, a Comissão de exame e defesa de Teses, nomeada para este fim, procederá crono-organogramicamente, quanto ao dia, hora, local e meios a defesa da Tese. Competindo a Comissão Nomeada, utilizar-se dos recursos atuais tecnológicos da multimídia, a facilitar a apresentação e defesa da Tese. Em locais, onde não exista corpo científico interno, à nomeação da Comissão de Exame, poderá ser disponibilizado canal tecnológico, com observação do local de defesa via Web-Can, ou Membros Internos Fiscalizadores, enquanto o Postulante, mantém-se em Teleconferência de Defesa de Tese, a partir da multimídia moderna. Os pesquisadores, não Membros, poderão se matricular e virem a Diplomarem-se como Philósofos Imortais – Ph.I, comprovando, como pré-requisito, serem portadores de Diploma dos cursos de Mestrado e ou Doutorado em Instituições externas a Academia de Letras do Brasil, cientes que este título, Ph.I – Fhilósofo Imortal, é uma honraria interna da ALB, de uso em todas as instâncias da Instituição no âmbito Nacional e Internacional. Reconhecido o título, pela ALB, seus Conselhos, extensões e Membros, como o último estágio, até o presente, tangível ao conhecimento cultural e científico humano, alcançado por seus portadores, em consonância com os dispositivos Estatutais e Regulamentares internos da ALB.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Programação do Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana - 2009

Clique duas vezes na imagem para visualizar:
CONHEÇAM A PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL DE INVERNO OURO PRETO E MARIANA - 2009.
Curadoras: Cláudia Gomes Pereira e Hebe Maria Rôla Santos
Seguem abaixo os quadros com toda a programação de Literatura.
Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – 2009







Outro Eventos

1- Lançamento de Livros: Sempre às quintas-feiras, de 17 às 19h
Local: Café Livraria Cultural (FIEMG), na Praça Tiradentes, Ouro Preto.


09/05 – Coroa em branco e preto, de Elizabete Tassi Teixeira.

Elizabete Tassi Teixeira é psicóloga e escritora. Autora de Hotel Tassi (1991), A mulher do armário e Azul Paranaguá (1995); A grande delícia (1998), Adágio das rosas, Noturno em Segóvia e A bailarina (2000); Antaquera ou o jogo das varetas dos olivais (2004) e Merkabah (2008).
Coroa em branco, seu último livro, foi escrito em Ouro Preto, e é um passeio poético pela história desta cidade. Nele, ao abordar temas como escravidão, opressão e saudade, Elizabete faz ressurgirem personagens e costumes da Vila Rica de outrora. Como afirma em seu prefácio Antônia Schinden, “O que temos aqui é, para muito além de uma visita a um espaço histórico, um recolher de vozes seculares que se fazem ouvir nas subidas e descidas das ladeiras, nas viradas das esquinas, no jorrar das fontes, atrás das portas das pousadas, nos átrios das igrejas”.

16/05 – Pipocas, de João Victor Velloso.

João Victor Faria Velloso é mineiro de Pedra Azul. Dentista e escritor, venceu o concurso BDMG Cultural de Poesia, em 2005, do que resultou o livro Minas em mim, publicado naquele ano. Em 2008, participou da coletânea Micro-contos Pitanga, publicada em Portugal pela escritora angolana Luísa Coelho.
Segundo o autor, Pipocas é um dicionário quase etimológico das Gerais entremeado por diversos circunlóquios que fazem algum sentido. O livro, ou dicionário, como quiser o leitor, é leitura quase obrigatória para quem quer saber um pouquinho sobre as especificidades do típico “falar mineiro”.




Reunião do InBrasCI



InBrasCI– Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais
RCPJ-RJ n° 225964 – CNPJ n° 09.225.702/0001-48
Fundação: 13 de fevereiro de 2006Rua Teixeira de Freitas, n° 5, 3° andar, s.303 (IHGB – auditório CONFALB)Lapa,Rio de Janeiro, RJ – Brasil / CEP: 20021-350Telefones: 2252 -7705 / Biblioteca Bartira: 2595 – 2161
htpp://inbrasci.blogspot.com

CONVITE
O InBrasCI comunica e convida V. Ex., parentes e amigos para a sua reunião a realizar-se a 04 de junho de 2009, às 16 horas, no auditório da CONFALB, Rua Teixeira de Freitas, nº 5, 3º andar, sala 303.

PROGRAMA:
· Canção do InBrasCI (em CD)
· Abertura pela Presidência
· Hinos: Nacional Brasileiro e Português e do InBrasCI
· Chama simbólica da Paz/música Luz, Paz, Amor
· Homenagem ao mês de junho e suas datas
· Ata da reunião de Diretoria (leitura)
· O InBrasCI Nacional nos eventos culturais de BH e Mariana, MG
· Palestra “ A América Latina, suas questões e sua importância para o Mundo” – Prof. Robim Santos Leão de Aquino / Apresentação do palestrante: Diretora Maria Augusta dos Santos
· Entrega de Certificado
· Avisos e convites:
- anuidades
- antologia InBrasCI
- projeto livro infanto-juvenil
- Salão do Atmaísmo
- Carteira InBrasCI
• Hora de Arte
• Encerramento
• Coquetel

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Entrega da Medalha Major Portugal.

Entre os agraciados com a Medalha Major Portugal - Comemorativa dos 200 anos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - 2009, estão Marilza de Castro e Andréia Donadon Leal.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Governadora InBrasCI-MG receberá título Poeta Honoris Causa -

Placa em aço inox


A poeta e artista plástica mineira, Andréia Donadon Leal, receberá Placa do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa - como POETA HONORIS CAUSA, em razão da excelência de sua obra poética, papel na integração e no alargamento do idioma em face da globalização, com olhos humanitários. A Placa de aço será entregue na solenidade de posse dos Membros Fundadores da Academia de Letras do Brasil - Mariana-MG e outorga da Medalha do InBrasCI-MG, no dia 30 de maio, às 19:30, no auditório do ICHS, UFOP, Mariana, pela Presidente do Clube Brasileiro da Língua Portuguesa, Sílvia Lourdes de Araújo Motta e Conceição Piló - Secretária do CBLP e Curadora do Palácio da Liberdade.

Andréia Aparecida Silva Donadon Leal – Déia Leal
Déia Leal, nome artístico de, Andréia Aparecida Silva Donadon Leal, filha de Edson Batista da Silva e Maria Aparecida Ferreira da Silva; artista plástica, poeta, cronista e contista. Licenciada em Letras pela UFOP, Bacharel em Estudos Literários e Pós-graduada em Artes Visuais – Cultura & Criação. Natural de Itabira, MG, cresceu em Santa Bárbara - MG e atualmente reside em Mariana –MG. Diretora e ilustradora do Jornal Aldrava Cultural. Membro Correspondente das Academias de Letras: Rio – Cidade Maravilhosa, Academia Maceioense de Letras, Academia Brasileira de Poesia Casa Raul de Leoni, Academia Cachoeirense de Letras; Membro Nacional da Academia de Letras do Brasil, Embaixadora Universal da Paz pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz & Universal Peace Embassy (Genebra – Suíça) e Governadora do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais em Minas Gerais. Escreve contos, crônicas e poesias para o Jornal Aldrava Cultural desde 2002. Publicou o livro de Haicais “Nas Sendas de Bashô” em 2005 com a senda I – Quase! Publicação de Contos em Prosa Gerais – Antologia – Clesi - Ano 2006. Publicação de Poesias em “Poesias de Bolso” – Clesi – 2005, 2006 e 2008. Publicação de poemas e contos em Revistas Culturais Eletrônicas no Brasil, Chile, Espanha e Argentina. Publicação do Livro de Poesias “Cenário Noturno” em 2007. No prelo livro de Contos: “Flora: amor e demência”. Participou da Antologia ME 18 - 2008. Premiada em diversos concursos estaduais e nacionais de contos. 1º lugar no Concurso Nacional de Poesias “Prêmio Cataratas” - 2006 – Foz do Iguaçu - Paraná. Obra: Anjos da Terra. Participou de exposições coletivas internacionais representando Minas Gerais na Espanha, Itália, Áustria, Polônia, Alemanha, República Dominicana, China, Tailândia, França e individuais na Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade; Salão Nobre da Câmara Municipal de Santa Bárbara, Pinacoteca da Universidade Federal de Viçosa; Museu Alphonsus de Guimaraens, Centro Cultural Pró-Música, e outras instituições culturais.

sábado, 23 de maio de 2009

Convite Oficial do 8° Circuito Literatura do CLESI - IPATINGA




CONVITE OFICIAL DA ENTREGA DE PRÊMIOS DO 8° CIRCUITO DE LITERATURA DO CLESI E LANÇAMENTO DE LIVROS - 2009


RELAÇÃO DOS VENCEDORES

O CLESI divulga a relação dos vencedores dos prêmios do 8º Circuito de Literatura do Clesi, edição 2008. Parabéns a todos os participantes e vencedores!

Vencedores dos prêmios do 8º Circuito de Literatura do Clesi

6º Prêmio Nacional de Poesia – Cidade Ipatinga
1º lugar - Do tempo enfeitado de azul, de Marcelo Rocha, de Governador Valadares-MG
2º lugar - Quando o outono vier, de Augusto Sérgio Bastos, do Rio de Janeiro-RJ
3º lugar - Ofício de Angústias, de Santos Peres, de Avaré-SP

Menção Honrosa
Era rima a tua carne, de Frederico Spada, de Juiz de Fora-MG
O Quintal, de Fabrício Pires Fortes, de Santa Maria-RS
A face do beijo, de Alzira Maria Umbelino, de Belo Horizonte-MG
Quaresmeiras e outras paixões que não roxeam, de Éder Rodrigues, de Belo Horizonte-MG.

23º festival estadual de Poesia

1º Lugar - Diários de Entomofagia, de Simone Eberle, de Ipatinga - MG
2º Lugar - Mulheres Sacrossantas, de Luiz Dias Vasconcelos, de Sete Lagoas - MG
3º Lugar - Jejum, de Éder Rodrigues, de Belo Horizonte - MG
4º Lugar - Dias Áridos, de Adriano Alcântara, de Passos - MG
5º Lugar - Sexo Verbal, de Jhonatan de Souza Oliveira, de Coronel Fabriciano - MG

7º FESP Destaque Infanto-Juvenil

Categoria de 08 a 11 anos
1º Lugar - Ser Criança é..., Kiara Lacerda de Lacerda, de Belo Oriente – MG
Colégio São Francisco Xavier
2º Lugar - Recado Urgente, Quéren Hapuque Viega Pereira, de Governador Valadares – MG
E. E. Pedro Ribeiro Cavalcante Filho
3º Lugar - O Artista Deus, de Samantha Oliveira Brum, de Ipatinga – MG
Colégio São Francisco Xavier

Categoria de 12 a 15 anos
1º Lugar - O Farol, de Fernanda Aguiar Tavares, de Belo Horizonte – MG
E. M Salgado Filho
2º Lugar - Juventude, de Liridiow Ferreira Costa, de Governador Valadares – MG
E. E.Pedro Ribeiro Cavalcante Filho
3º Lugar - Para ela eu disse adeus, de Nélio Carvalho Soares, de Governador Valadares – MG
E. E.Pedro Ribeiro Cavalcante Filho

8º Concurso Estadual de Contos

1º lugar – Cataclisma, de Ligia Pôrto, de Belo Horizonte-MG
2º lugar - Diário de Um Real Imaginário, de Andreia Donadon Leal, de Mariana-MG
3º lugar – Mimo, de Alzira Maria Umbelino, de Belo Horizonte-MG


Clube dos Escritores de Ipatinga
Tel.: 31-3822.3876 / 8673.2532
http://www.clesi.com.br/

clesi@clesi.com.br – clesi.ipatinga@terra.com.br

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Mulher de Minas 2009- Mérito Cultural do InBrasCI-MG

Composição da Mesa: Ângela Togeiro, Andréia, Marilza, Dr. Luiz Carlos Abritta (Desembargador), Conceição Abritta, Presidente AFEMIL, Maria Laura, Elizabeth Rennó e Presidentes Eméritas da AFEMIL
Acadêmicos e convidados

Marilza de Castro (Presidente InBrasCI), Presidente da Associação Mineira de Imprensa, jornalista Wilson Miranda e Vanise Buarque (Secretária Geral da ABT- RJ)


Marilza de Castro entrega Certificado de Mérito Cultural a Conceição

Governadora em Minas do InBrasCI homenageia Conceição Abritta




MÃE AFEMIL 2009 E PALESTRA NA ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS

Em um clima de confraternização e louvor à imagem da Mãe 2009, a Academia Feminina Mineira de Letras, realizou a reunião festiva no dia 21 de maio de 2009. Conceição Piló passou o cargo de Mãe AFEMIL-2008, a Conceição Parreiras Abritta, declamando magistralmente poemas e falando sobre a vida literária da homenageada do ano de 2009. Depois outras acadêmicas leram poemas e falaram sobre a importância da Conceição Parreiras Abritta na cenário literário mineiro e seu amor incondicional como mãe, mulher e amiga. Conceição Parreiras Abritta também recebeu da Governadora do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais de MG, Andréia Donadon Leal, a Medalha de Ouro e Diploma de Honra ao Mérito - Mulher de Minas 2009. O evento contou com a presença ilustre dos seus filhos, noras e esposo, Dr. Luiz Carlos Abritta, Membros da Academia Municipalista Mineira de Letras, Membros da Academia Mineira de Letras, poetas do Jornal Aldrava Cultural: Gabriel Bicalho, Dr. J.B. Donadon-Leal, J.S.Ferreira e a Presidente do InBrasCI, Rio de Janeiro, Dra. Marilza de Castro e Secretária-Geral da Academia Brasileira de Trovas-RJ, Vanise Buarque.
Após a solenidade, os convidados foram assistir a palestra do professor Roque Camêllo na sede da Academia Mineira de Letras. Ainda na AML, o grande escritor e colunista do Jornal Hoje em Dia, Manoel Hygino, lançou o livro “VARGAS – De São Borja – a São Borja”- volume que contém anotações colhidas sobre um personagem muito importante no cenário político brasileiro. Segundo o escritor, a obra é dedicada aos que acreditam na democracia e no homem; e muito especialmente aos que o ajudaram na consumação de seus projetos. Homenagem à Academia Mineira de Letras, centenária, Associação Nacional dos Escritores, cinqüentenária em 2010 Academia Montesclarense de Letras; Academia de Letras, Ciências e Artes do São Francisco e a todos os que contribuem para dar ao cidadão a verdadeira imagem deste país.




Homenagem do INBRASCI-MG a Conceição Parreiras Abritta


MULHER DE MINAS 2009 PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE CULTURAS INTERNACIONAIS-MG


Uma TROVA DO LIVRO ROSAS:

Soltei o teu nome ao vento...
E o vento, só por maldade,
repete a todo momento
o nome desta saudade.
Conceição P. Abritta

Andréia Donadon Leal


Em Gênesis, a mulher é a companheira adequada do homem, complementa o sentido de ser homem; feita por Deus, tirada da costela do homem. O tórax é a sede das emoções humanas. Temos aí, um sentido de ser Mulher. A mulher equilibra, domina melhor as emoções humanas, contorna situações de modo indireto, é mais afetiva, é ternura, suporta mais fácil as dores e as frustrações do dia a dia. A mulher é escolhida por Deus para ser ternura, para ser o oásis da família. É conciliadora e consoladora.
A mulher tem inteligência emocional intuitiva, uma visão de mundo subjetiva, rica de detalhes, solícita para perceber e intervir nas situações, fazendo acontecer às coisas, dando um jeitinho feminino e entrando pela via do coração que conhece razões que a própria Razão desconhece ... Esse é o pensamento 277, de Blaise Pascal (1623-1662), filósofo, matemático e físico francês, que criou uma das afirmações mais pronunciadas pela humanidade nos séculos posteriores. Frase de sua doutrina filosófica: o raciocínio lógico e a emoção. AOS PÉS DA CRUZ - Música de Marino Pinto – Zé da Zilda- interpretada por João Gilberto.(grandes intérpretes da BOSSA NOVA)

Ser Mulher, ser feminina por opção pessoal, é uma necessidade para a identidade psicológica da Mulher, e como tal, adquire um modo próprio de ver a vida, de sentir a vida e de escolher prioridades, parceiros adequados, profissões, missões existenciais de vida coerentes com o sentido de seu jeito de ser, de existir.

Conceição Parreiras Abritta nasceu em Crucilândia, MG, reside em Belo Horizonte. Formada em Magistério, Letras, Canto Orfeônico e Literatura Infantil. É acadêmica efetivas nas Academias Municipalista de Letras de Minas Gerais, Academia Feminina Mineira de Letras, no Instituto Histórico e Geográfico de MG e na União Brasileira dos Trovadores – seção de Belo Horizonte, onde foi Presidente eleita, durante três biênios seguidos. Hoje é Presidente Emérita da UBT – BH e ocupa cargo nas Diretorias de todas as entidades. Publicou dez livros, entre contos, poemas e um romance. Seu nome consta em várias importantes Enciclopédias de Literatura e Dicionários de Escritores. Possui muitas premiações literárias.
Conceição Parreiras Abritta também contribui mensalmente com a publicação de Trovas no Jornal Aldrava Cultural, enriquecendo as edições ininterruptas da Primaz de Minas – cidade de Mariana. Além de ter um relevante trabalho cultural no estado de Minas Gerais e no país, Conceição representa uma mulher de garra, de fibra, de coragem, no amor à literatura, a arte e a família.
Um inverno caiu na alma da poeta que na penumbra do seu posto, estática, observa a natureza. A brisa soprando frio em seu destino, levantando a poeira do seu nada. Coração cortado, sangue fluido. E o inverno chega para Conceição, batendo forte, brotando de todos os lados e se misturando ao orvalho. Desce dos píncaros dos morros, cobre as relvas das encostas. A aurora vai chegando de mansinho para Conceição... A geada prestes a chegar, segue em outra direção. A neblina some, a bruma se desfaz, o vento pára de soprar e o Astro-rei mostra sua força no inverno de Conceição. É outro dia... um novo amanhecer.
No inverno de Conceição, o brilho do sol aquece sua imaginação, apagando as intempéries do viver. (Fragmento do poema publicado na Antologia Mulheres Emergentes – edição 18-2008- organização: Tânia Diniz)

Descobrir a vida, a missão existencial de ser Mulher no mundo de hoje... O sentido de ser namorada, de ser esposa, de ser mãe, de ser profissional... O sentido da vida! Essa é Conceição Parreiras Abritta, a MULHER DE MINAS – 2009.